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	<title>Crefito &#187; NotíciasCrefito</title>
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	<description>Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 5ª Região</description>
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		<title>Exercício da acupuntura somente por médicos é questionado por profissionais de outras áreas da saúde</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 19:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crefito5</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque Secundário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Regulamentação da atividade é objeto de diversos projetos de lei, ainda não aprovados A reportagem que aborda a acupuntura como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Regulamentação da atividade é objeto de diversos projetos de lei, ainda não aprovados</p>
<p>A reportagem que aborda a <a href="http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/bem-estar/19,0,3651438,Acupuntura-e-especialidade-medica-nao-terapia-alternativa.html" target="_blank">acupuntura </a>como especialidade médica, publicada nesta sexta-feira (03), repercutiu entre profissionais de outras áreas da saúde, também especializados nessa técnica.</p>
<p>Ocorre que o Conselho Federal de Medicina (CFM) postula a acupuntura como uma especialidade médica, que, portanto, só pode ser exercida por médicos, com exceção para dentistas e veterinários. A regulamentação da profissão, no entanto, ainda é objeto de debate entre as diferentes classes de acupunturistas — incluindo fisioterapeutas, biomédicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros — que defendem uma regulamentação multiprofissional para a realização da terapia.</p>
<p>O fisioterapeuta Marcos Lisboa, representante do Conselho Regional de Fisioterapia do Rio Grande do Sul, esclarece que não há uma lei geral em vigor que regulamente a profissão de acupunturista, de modo que a atividade é regida por resoluções de conselhos de cada classe — a primeira delas, inclusive, foi a dos fisioterapeutas, em 1985, 10 anos antes do CFM.</p>
<p>— A diferença é que as resoluções de outros conselhos não são exclusivistas, como é o caso da medicina — observa Lisboa.</p>
<p>O CFM defende que a prática deve ser exclusiva a médicos pelo fato de esses profissionais serem capacitados não só ao tratamento do sintoma — a dor — como também habilitados ao diagnóstico.</p>
<p>— O profissional deve saber como fazer a acupuntura de maneira correta e segura, mas também ser capaz de perceber o problema do paciente e indicar um especialista de outra área para acelerar o tratamento, se for o caso — disse à reportagem o médico Vinícius Antoniazzi, presidente da seccional Rio Grande do Sul do Colégio Médico Brasileiro de Acupuntura.</p>
<p>De acordo com Antoniazzi, a exclusividade do exercício da acupuntura para médicos é um dos pontos previstos no projeto de lei chamado de Ato Médico (PL 268/2002), que tramita há 10 anos e ainda não foi aprovado pelo Senado. Enquanto isso, a atividade é permitida a profissionais de outras áreas, que tenham essa formação específica. Diversos projetos de lei já foram propostos para regulamentar a profissão, mas nenhum foi aprovado.</p>
<p>— Afora a questão política de classe, na prática, os profissionais agem de maneira solidária, recomendando pacientes para outros especialistas em prol da saúde pública — destaca o fisioterapeuta Marcos Lisboa.</p>
<p>Preste atenção</p>
<p>Conforme normatização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as agulhas usadas na acupuntura são consideradas produtos médicos, invasivos, de uso único e com prazo de utilização transitório, portanto, devem ser descartáveis. A reutilização de agulhas pode transmitir hepatites, meningites, mastites, encefalites, entre outras. Elas não devem ser reaproveitadas nem no mesmo paciente.</p>
<p>Fonte: ZH/Bem-Estar</p>
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		<title>Homens com incontinência urinária? Existe sim e a fisioterapia pode ajudar</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 20:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crefito5</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Causada, em 90% dos casos masculinos, pelo câncer de próstata &#8211; embora possa surgir também em decorrência de cirurgias na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Causada, em 90% dos casos masculinos, pelo câncer de próstata &#8211; embora possa surgir também em decorrência de cirurgias na bexiga e de lesões causadas por radioterapia -, a incontinência urinária ainda é um assunto pouco discutido</p>
<p>Embora seja mais comum entre as mulheres, a incontinência urinária &#8211; ou perda involuntária de urina &#8211; pode afetar diversas esferas da vida do homem, tendo um impacto significativo na sua qualidade de vida, autoconfiança e masculinidade, segundo especialistas do Centro Especializado em Fisioterapia Oncológica, em São Paulo. Diante dessa condição que abala o aspecto físico, social e psicológico do paciente, a fisioterapia, segundo os especialistas, pode desempenhar um papel importante no processo de recuperação.<br />
Causada, em 90% dos casos masculinos, pelo câncer de próstata &#8211; embora possa surgir também em decorrência de cirurgias na bexiga e de lesões causadas por radioterapia -, a incontinência urinária ainda é um assunto pouco discutido. “Os homens, em sua maioria, sentem-se envergonhados e sozinhos com esse problema. Trata-se, inclusive, de um tabu social. E a população masculina representa 25% dos casos de incontinência urinária no Brasil”, destacam as fisioterapeutas Marília Belmonte e Ana Carolina Agostinho.<br />
De acordo com as especialistas, a recuperação do paciente passa por uma reeducação dos hábitos urinários e alimentares, e exercícios diários integrados às atividades de vida, além do total comprometimento do homem ao programa de tratamento proposto. E a fisioterapia desempenha um papel importante nesse cenário, principalmente com exercícios de fortalecimento pélvico e orientações, para recuperar a função miccional e auxiliar no pós-operatório, contribuindo para a melhora da qualidade de vida e da autoestima dos homens.<br />
Um recente estudo do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo comprova a importância da fisioterapia no tratamento da perda involuntária de urina. Realizado neste ano, o estudo indicou que 96% dos pacientes que fizeram fisioterapia como tratamento pós-cirúrgico adquiriram, após 12 meses, a continência e aceleraram sua recuperação. Já em relação aos que não aderiram ao tratamento, apenas 75% voltaram a ter controle da urina.<br />
“A fisioterapia desempenha um papel importante no processo de recuperação. Uma reeducação dos hábitos urinários e alimentares, exercícios diários integrados às atividades de vida e total comprometimento do homem ao programa de tratamento proposto são essenciais para a recuperação de condições viáveis a uma vida saudável”, concluem as fisioterapeutas.</p>
<p>Fonte: UOL</p>
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		<title>Acupuntura melhora chances de sucesso da FIV?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 20:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crefito5</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A acupuntura pode ajudar algumas mulheres a engravidar através da fertilização in vitro, mostra uma nova análise de pesquisas. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A acupuntura pode ajudar algumas mulheres a engravidar através da fertilização in vitro, mostra uma nova análise de pesquisas. Mas o verdadeiro benefício da técnica ainda não está claro.</p>
<p>A técnica tem sido usado durante milênios na medicina tradicional chinesa, para uma vasta gama de doenças. Dez anos atrás, um estudo na Alemanha foi o primeiro teste clínico a mostrar que a acupuntura parece melhorar as taxas de gravidez em mulheres que fazem FIV. Mas desde então a pesquisa forneceu diversos resultados.</p>
<p>&#8220;Eu digo às mulheres que a literatura ainda não nos convenceu de que a acupuntura ajude a engravidar&#8221;, diz Frederick Licciardi, líder do programa mente/corpo do centro de fertilidade da New York University.</p>
<p>No centro, mulheres podem optar por sessões de acupuntura, ioga e outros serviços &#8220;mente/corpo&#8221;, mas eles são voltados a reduzir o estresse e promover bem-estar geral &#8211; e não o sucesso das taxas de gravidez FIV, diz Licciardi.</p>
<p>Os ensaios clínicos sobre o tema têm sido pequenos e, frequentemente, de qualidade questionável.</p>
<p>No novo estudo, relatado no periódico Fertility and Sterility, pesquisadores chineses combinaram os resultados de estudos anteriores para ter uma ideia do panorama geral. O pesquisador Cui Hong Zheng e colegas do Tongji Medical College avaliaram os resultados de 24 pequenos ensaios clínicos que testavam os efeitos da acupuntura em mulheres que passavam por tratamento de fertilização in vitro.</p>
<p>Os testes variaram bastante: muitos usaram acupuntura com agulhas, outros a chamada eletroacupuntura e alguns incluíram laser acupuntura. Os estudos também variaram no quesito grupo-controle. Em alguns, pacientes de FIV receberam acupuntura e outros nenhum tratamento. Em outros estudos, os pesquisadores usaram placebo acupuntura, por exemplo, estimulando pontos não relacionados à fertilidade, de acordo com a medicina tradicional chinesa.</p>
<p>Os autores descobriram que as mulheres que recebiam acupuntura tinham uma taxa de gravidez levemente superior àquelas que não passaram pelo tratamento &#8211; mas as taxas de nascimento não foram mais elevadas.</p>
<p>Porém especialistas apontam que um dos problemas da análise é que ela combinou estudos focados em pontos muito diferentes: diversos tipos de acupuntura, diversos grupos-controle e diversas sessões de acupuntura.</p>
<p>&#8220;Eles são muito heterogêneos para generalizar e tirar conclusões&#8221;, diz Licciardi.</p>
<p>No contexto maior da pesquisa em acupuntura, encontrar um bom controle tem sido um problema. O padrão outro para provar que qualquer tratamento funciona é dividir pacientes em grupos para receber o tratamento ou apenas placebo, sem que nem os pacientes nem os pesquisadores saibam quem está recebendo o quê.</p>
<p>Se um ensaio está testando uma droga, é fácil dar ao grupo controle pílulas de açúcar. Mas com a acupuntura tem sido difícil encontrar uma versão placebo da técnica &#8211; que não tenha, ou que tenha efeitos mínimos sobre o organismo, mas que seja suficientemente convincente para que os pacientes acreditem estar recebendo acupuntura.</p>
<p>De acordo com Licciardi, o problema é que ninguém sabe ainda se a acupuntura pode realmente fazer diferença no sucesso da FIV. Mas se uma mulher quer tentar simplesmente para se sentir melhor ou menos estressada, não haveria grande dano.</p>
<p>A acupuntura geralmente é considerada segura, com efeitos colaterais como manchas nos pontos de aplicação das agulhas. O custo varia muito &#8211; e pode ou não ser coberto pelos seguros.</p>
<p>&#8220;Se a acupuntura ajuda a se sentir melhor e se isso ajuda a passar pelo processo da FIV, então ótimo&#8221;, diz Licciardi.</p>
<p>Mas por que acupuntura ajudaria a engravidar após uma FIV, ninguém sabe ao certo. Há alguma evidência de que a estimulação das agulhas pode aumentar o fluxo sanguíneo no útero. E pesquisadores pesquisam se a técnica poderia tornar a parede do órgão mais receptiva ao embrião.</p>
<p>Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo.</p>
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		<title>São José do Norte &#8211; Atividades variadas animam os veranistas na Praia do Mar Grosso</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 20:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crefito5</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Integrando o Programa Verão Numa Boa, lançado pelo executivo no início deste mês, a secretaria da Saúde promove diversas atividades, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Integrando o Programa Verão Numa Boa, lançado pelo executivo no início deste mês, a secretaria da Saúde promove diversas atividades, visando a proporcionar melhor atendimento à população, com o deslocamento de serviços até o balneário. Localizado à beira-mar, o posto de saúde, fica aberto das 9h às 12h e das 13h às 18h, até o dia 4 de março. De segunda a sexta, os enfermeiros orientam veranistas e realizam testes de glicemia e aferição da pressão arterial. Já os médicos prestarão atendimento aos finais de semana.<br />
Não faltam atrações para movimentar os veranistas nesta temporada. Aos finais de semana tem caminhada, ginástica ao ar livre e outras atividades orientadas pelas equipes de Educação Física e da Clínica de Fisioterapia.</p>
<p>Fonte: Jornal Cidades</p>
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		<title>Usuário vai poder opinar sobre atendimento na rede pública de saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crefito5</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação inédita permite que o Ministério da Saúde receba do paciente uma avaliação sobre a qualidade do atendimento nos hospitais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ação inédita permite que o Ministério da Saúde receba do paciente uma avaliação sobre a qualidade do atendimento nos hospitais</p>
<p>Começou nesta quarta-feira (25) a entrega aos estados da Carta SUS, nova ferramenta do Ministério da Saúde que permitirá aos usuários avaliar o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública ou unidades conveniadas. Além das críticas ou elogios, por meio da carta, os cidadãos poderão denunciar irregularidades, como a cobrança de procedimentos nos hospitais do SUS.</p>
<p>A distribuição começa por Curitiba (PR), onde a Diretoria Regional dos Correios, parceira nesta ação, produziu o primeiro lote de cartas. Até o momento, foram impressas 57mil correspondências, mas o total para o mês de janeiro é de 648 mil.</p>
<p>MinSaúde<br />
Ministro fala sobre Carta SUS</p>
<p>Essa ação foi lançada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no dia 30 de novembro de 2011. Com o envio das cartas, que será permanente, serão gerados relatórios de avaliação do atendimento.&#8221;Isso vai servir para o Ministério da Saúde poder, inclusive, incentivar aqueles hospitais que tratam bem as pessoas, que tem qualidade de atendimento, e poder fazer ações em hospitais que tenham baixa qualidade de atendimento&#8221; , reforça Padilha. Em caso de irregularidades, serão desencadeados processos de auditoria para averiguar se houve desvio de recursos ou má aplicação de verba pública.</p>
<p>O envio da Carta SUS será mensal e terá o porte-pago, ou seja, sem despesas para o usuário. Está sendo esperada uma média de um milhão de correspondência por mês, de acordo com a demanda detectada pelo Departamento de Regulação, Avaliação e Controle do Ministério da Saúde. Porém, antes de informar a quantidade de correspondências a ser produzida, os dados serão avaliados pelo Departamento de Informática do SUS para a eliminação de duplicidades no banco de informações.</p>
<p>Em julho do ano passado, Pedro Viana, 56 anos, empresário de Curitiba, sofreu um acidente de moto e machucou a coluna e a cabeça, e foi encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro em Porto Alegre. &#8221; Fui muito bem atendido lá e se não fossem eles, eu não estaria aqui. O atendimento foi muito bom. Fiquei 15 dias internado, cinco dias na UTI&#8221; , diz Viana, o primeiro usuário a receber a carta. &#8221; Foi uma surpresa e uma honra saber que fui o primeiro a receber a correspondência&#8221; , disse.<br />
Transparência</p>
<p>Além do questionário para a avaliação do paciente, a Carta SUS trará dados como a data da entrada no hospital, o dia da alta e o motivo da internação. O usuário poderá conferir se os dados estão corretos e correspondem ao serviço prestado de fato e conhecerá o custo total da internação.A carta pode ser respondida tanto pelo paciente, quanto por um familiar.</p>
<p>Os endereços serão obtidos nos formulários de Autorização para Internação Hospitalar (AIH), instrumento utilizado pelo Ministério da Saúde para avaliar as ações e serviços do SUS. A AIH integra o Sistema de Informação Hospitalar, que fornece os dados de quais e quantos procedimentos hospitalares foram realizados e os recursos repassados aos estados e municípios para pagamento ao hospital, com regras e critérios pactuados. Portanto, o formulário é instrumento essencial para a gestão dos hospitais e controle de gastos públicos.</p>
<p><a href="http://aplicacao.saude.gov.br/cartasus/visao/carta/pesquisaCarta.jsf" target="_self">Saiba mais sobre a Carta SUS.</a></p>
<p>Fonte: Isaúde</p>
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		<title>Cai número de casos de hanseníase, mas Brasil ainda é o 2º no mundo</title>
		<link>http://www.crefito5.org.br/noticias/cai-numero-de-casos-de-hanseniase-mas-brasil-ainda-e-o-2%c2%ba-no-mundo.html</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:04:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crefito5</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2011, país registrou 30.298 novos casos da doença, segundo governo. Número representa queda de 15% em relação ao ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2011, país registrou 30.298 novos casos da doença, segundo governo.<br />
Número representa queda de 15% em relação ao ano retrasado.</p>
<p>O Brasil registrou no ano passado 30.298 novos casos de hanseníase, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (26) pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. O número representa queda de 15% no registro da doença em todo o país entre 2010 e 2011. Em 2010, foram 34.894 novos casos (18,22 por 100 mil habitantes), sendo 2.461 na população menor de 15 anos.</p>
<p>Em números absolutos, o Brasil é o segundo país que mais registra novos casos por ano no mundo, atrás apenas da Índia, que tem aproximadamente 150 mil novos casos ao ano.</p>
<p>A divulgação antecede o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase, celebrado no próximo domingo (29). Do total de 30.298 casos, 2.192 foram registrados em menores de 15 anos (4,77 por 100 mil habitantes). O número representa 15,88 novos casos da doença por 100 mil habitantes.</p>
<p>Segundo o secretário, é importante analisar a incidência da doença na população menor de 15 anos porque é alta a possibilidade de haver um adulto não diagnosticado em contato com essa criança.</p>
<p>“Se tem uma criança com hanseníase com certeza tem um adulto ali que não foi diagnosticado. Se o índice na população menor de 15 anos é alto, é sinal de que há muitos casos em adultos que não estão sendo tratados”, explicou.</p>
<p>As regiões Norte, Certo-Oeste e Nordeste são as que apresentam maior índice de novos casos, onde a incidência é considerada média. No Sul e Sudeste, a taxa é tida como baixa.</p>
<p>Metas<br />
A meta do governo – prevista no Plano de Eliminação da Hanseníase &#8211; é que haja menos de um caso da doença para cada grupo de 10 mil habitantes até 2015. De acordo com o secretário, o ministério identificou 252 municípios prioritários de combate à hanseníase. Nesses locais, as secretarias municipais de saúde trabalham com a busca ativa, o que aumenta o diagnósticos de novos casos e facilita o tratamento.</p>
<p>“[A intenção da busca ativa é] não esperar que a pessoa sinta alguma coisa e venha na unidade de saúde, mas buscar identificar precocemente qualquer mancha que tenha aquela sensação de dormência, que é o sintoma básico”, disse.</p>
<p>Outra estratégia prevista no plano é a vigilância de contatos. Jarbas Barbosa afirmou que, para cada caso da doença, outra cinco pessoas com quem o portador tem contato devem ser examinadas. “A gente vai casa da pessoa, examina a família e vê se há outros casos. Isso é bom para a pessoa, porque detecta precocemente e evita que ela possa ter uma forma avançada grave, e a gente vai interrompendo a cadeia de transmissão”, disse.</p>
<p>Repasses<br />
Do total de municípios identificados pelo Ministério da Saúde como prioritários para o tratamento da hanseníase, 245 receberão R$ 16,515 milhões no próximo mês. Essas cidades representam 34,9% da população total do país e 53% dos novos casos. O repasse está previsto no programa de erradicação da extrema pobreza, Brasil sem Miséria.</p>
<p>De acordo com o secretário, na metade do ano esses municípios deverão receber montante ainda maior para tratamento, acompanhamento de portadores, prevenção, reabilitação e vigilância e busca ativa de novos casos.</p>
<p>Tratamento<br />
O ministério esclarece que todos os casos de hanseníase têm tratamento e cura. Atualmente, em todo país há 23.660 pessoas em tratamento, que é oferecido gratuitamente pelo SUS e pode durar 6 meses ou 1 ano.</p>
<p>Feito a base de comprimidos orais, o tratamento também abrange exercícios e orientação da equipe de saúde. De acordo com Jarbas Barbosa, “quase que imediatamente depois que a pessoa começa a se tratar, ela já para de transmitir”.</p>
<p>“Seja para aquela pessoa, seja para impedir que outras pessoas contraiam a hanseníase, é importante detectar a doença o mais rapidamente possível”, esclareceu o secretário. A taxa de cura é de 80%, segundo o ministério, número que poderia ser maior não fosse o abandono do tratamento.</p>
<p>“Uma das metas é também atingir um percentual elevado de cura (90%), porque as pessoas às vezes melhoram e param de fazer o tratamento”, disse.</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Profissionais buscam inserção temática da saúde na conferência Rio 20</title>
		<link>http://www.crefito5.org.br/noticias/profissionais-buscam-insercao-tematica-da-saude-na-conferencia-rio-20.html</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>crefito5</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento no Rio Grande do Sul aborda a importância de fortalecer a relação entre saúde e cultura em vários eixos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evento no Rio Grande do Sul aborda a importância de fortalecer a relação entre saúde e cultura em vários eixos</p>
<p>A Rede Saúde e Cultura da Fiocruz vai apresentar durante o Fórum Social Temático (FST) 2012, no Rio Grande do Sul, um projeto que aborda o conceito ampliado da saúde, sob aspectos culturais e sociais. A idéia da iniciativa é inserir a saúde na pauta estratégica para a Conferência Rio 20, que será realizada em junho.<br />
A programação do Fórum vai abordar a relação entre saúde, cultura, ambiente e justiça social. O objetivo é mostrar a importância de fortalecer e avaliar como se dá a relação entre saúde e cultura em vários eixos, entre eles, o das práticas populares, educação, terapias e promoção da saúde.<br />
&#8221; A Fiocruz está trabalhando junto ao Ministério da Saúde para que a saúde entre de forma mais veemente na discussão, para alcançar maior visibilidade e importância&#8221; , afirma a coordenadora da Rede Saúde e Cultura e de Programas e Projetos da Fiocruz Brasília, Luciana Sepúlveda.<br />
O FST tem como proposta ser um espaço de debates preparatório para a Cúpula dos Povos, reunião alternativa à Rio 20. O evento acontece em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo, entre 24 e 29 de janeiro. Experiências realizadas por várias instituições e movimentos sociais vão ser compartilhadas ao longo do evento. São realizadas oficinas e apresentações dos VJs de Manguinhos, vídeo-debate, oficinas, lançamentos de livros e rodas de conversa, que abordarão os seguintes temas: A educação popular, as práticas populares em saúde e as políticas públicas: a Política Nacional de Educação Popular e os movimentos sociais; Plantas medicinais e fitoterápicos entre outros.<br />
&#8221; Quando se fala de saúde e cultura, estamos defendendo o direito à diversidade, como exemplo, a diversidade nas formas de cuidados em saúde. É reconhecer que isso vai além dos hospitais, dos médicos e dos remédios&#8221; , explica Luciana. Para a pesquisadora, as pessoas normalmente associam a saúde principalmente à doença, ou seja, à falta dela. &#8221; Saúde é a pessoa ter condições biológicas, físicas, psíquicas e sociais de exercer todos os seus direitos como cidadão, e não só a ausência de doença&#8221; .<br />
Para o coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Saúde do FST e professor da Escola de Saúde Pública do Rio Grande do Sul, Jorge Senna, a participação da Fiocruz, é importante por possibilitar o diálogo das entidades com o saber popular, que vai além da pesquisa acadêmica. &#8221; Estamos construindo parcerias com outras entidades, além do movimento social, que conseguem dialogar com outros movimentos. É a unificação desses saberes para um mundo melhor&#8221;, destaca.<br />
Luciana considera a participação no FST uma oportunidade de integrar várias iniciativas realizadas pela instituição para discutir questões que não estão restritas à área da produção científica, mas que envolvem também as políticas sociais. &#8221; Para Fiocruz é um momento de encontrar, interagir e escutar o movimento social&#8221; , conclui. Segundo ela, a Rede Saúde e Cultura também vai para a população que ela pode se engajar e participar de iniciativas que visam à promoção da saúde. &#8221; Vamos levar ao conhecimento de todos de que existe a Rede Saúde e Cultura, mostrar o que ela faz e incentivar a participação de outras pessoas, uma vez que ela se fortalece com a participação de todos&#8221; , explica.</p>
<p>Fonte: Isaúde</p>
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		<title>Anvisa suspende venda de 156 produtos ortopédicos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:45:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Brasília &#8211; Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (26) no Diário Oficial da União determina, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília &#8211; Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (26) no Diário Oficial da União determina, como medida de interesse sanitário, a suspensão, em todo o país, da distribuição, comercialização e implantes de 156 produtos ortopédicos.</p>
<p>A Anvisa determina ainda que a empresa promova o recolhimento do remanescente existente no mercado de lotes dos produtos identificados na resolução. Os produtos são fabricados por Biomecânica Indústria e Comércio de Produtos Ortopédicos Ltda, que fica no município de Jaú (SP).</p>
<p>Em outra resolução, a Anvisa determinou que as empresas que detenham o registro de produtos como próteses, equipamentos e material de uso hospitalar, fiquem obrigadas a notificar a agência sobre a realização de recalls em caso de alterações. A norma foi aprovada pela diretoria colegiada da Anvisa em reunião na última terça-feira (24).</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Proposta de emenda à Constituição amplia proteção aos idosos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 19:43:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Constituição brasileira poderá conter uma regra mais detalhada destinada a garantir prioridade no amparo aos idosos pelo Estado, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Constituição brasileira poderá conter uma regra mais detalhada destinada a garantir prioridade no amparo aos idosos pelo Estado, a família e a sociedade. A proposta de emenda à Constituição <a href="http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=59768" target="_blank">56/03 </a>que conferenovos direitos a essa parcela da população está na lista de itens prontos para serem votados pelo Plenário do Senado.</p>
<p>De autoria do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), a iniciativa resultou da seguinte preocupação suscitada pelas pesquisas demográficas: enquanto a expectativa de vida no Brasil aumenta, a cada ano nascem menos brasileiros. De acordo com o IBGE, em 1991, as pessoas acima de 65 anos correspondiam a 4,8% da população. O censo de 2010 revelou que, agora, elas chegam a 7,4% da população.</p>
<p>Para o parlamentar, é dever do Congresso aperfeiçoar o ordenamento legal vigente, de forma a oferecer aos idosos uma velhice descente. Por isso, sua iniciativa desdobra a defesa do idoso para além do direito à vida e ao amparo da família, da sociedade e do Estado, hoje garantidos pela Constituição. Demóstenes deseja que sejam garantidos também o direito à saúde, educação, alimentação, lazer, cultura, respeito, liberdade, convivência familiar e comunitária, bem como proteção contra toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.</p>
<p>Na justificação da PEC, Demóstenes Torres afirma que o Brasil caminha rapidamente para ter a sexta população mais idosa do mundo. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), até 2025, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos.</p>
<p>De acordo com o parlamentar, esses dados devem servir de alerta ao poder público, que já acumula uma dívida social considerável com os idosos.</p>
<p>&#8220;Basta ver a situação de desamparo e desalento que caracteriza a maior parte das pessoas com mais de 65 anos, atualmente entregues à própria sorte, sobretudo nas periferias das grandes cidades&#8221; &#8211; diz ele em defesa da proposta.</p>
<p>Se o Legislativo aprovar essa mudança, que tem parecer favorável da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o senador diz que o Brasil estará construindo um quadro jurídico e fático muito mais apto a oferecer um futuro promissor à velhice.</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
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		<title>Famílias gastam com saúde 29,5% mais que o governo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:57:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O gasto per capita da administração pública, que inclui as esferas de governo federal, estadual e municipal, em bens e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">O gasto per capita da administração pública, que inclui as esferas de governo federal, estadual e municipal, em bens e serviços de saúde foi de R$ 645,27 em 2009, segundo o levantamento Conta-Satélite de Saúde 2007-2009, um detalhamento das contas nacionais, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já a despesa per capita das famílias com saúde no mesmo período foi 29,5% maior, cerca de R$ 835,65.</div>
<div id="_mcePaste">Embora as despesas com saúde aumentem ano a ano, a diferença permanece considerável entre os gastos privados e os gastos públicos. Em 2008, o gasto per capita com saúde do setor público foi de R$ 566,43, enquanto o gasto privado por pessoa foi de R$ 758,21. Em 2007, a administração pública despendeu com saúde R$ 502,36 por pessoa, enquanto as famílias gastaram R$ 698,98.</div>
<div id="_mcePaste">De acordo com o IBGE, o aumento dos gastos públicos e privados em saúde está diretamente ligado ao envelhecimento da população. &#8220;A população vai ficando mais velha, usa mais serviços de saúde, porque as pessoas vivem mais&#8221;, explicou Ricardo Montes Moraes, gerente da Coordenação de Contas Nacionais do IBGE.</div>
<div id="_mcePaste">Foi a primeira vez que o IBGE calculou a despesa per capita com saúde no País. A publicação teve uma edição anterior, referente ao período de 2005 a 2007, mas não continha esse tipo de comparação.</div>
<div id="_mcePaste">O estudo mostrou ainda que as famílias são responsáveis por 56,4% das despesas totais com saúde e o setor público por 43,6%. A distância era ainda maior em 2007, 58,2% a 41,8%, respectivamente, mas continua muito longe da proporção de países como Alemanha, França e Bélgica, onde o setor público responde por mais de 70% dos gastos em saúde.</div>
<div id="_mcePaste">De cada R$ 100 gastos pelas famílias com saúde, R$ 38,40 vão para remédios e outros bens, como aparelhos e instrumentos médicos; R$ 52,7 vão para serviços e R$ 8,90 para planos de saúde. Em 2009, os brasileiros gastaram R$ 60,2 bilhões em medicamentos e outros bens, R$ 82,8 bilhões no pagamento de serviços e R$ 13,9 bilhões em planos de saúde.</div>
<div id="_mcePaste">Os dados mostram o aumento expressivo dos gastos com remédios, que passaram de R$ 48,8 bilhões em 2008 para R$ 56,1 bilhões em 2009. Os gastos com hospitais ficaram estagnados, enquanto houve grande crescimento dos pagamentos por serviços não hospitalares (consultórios, clínicas, laboratórios, exames), que passaram de R$ 49,8 bilhões para R$ 57 bilhões.</div>
<div id="_mcePaste">Já o setor público gastou R$ 6,3 bilhões (5%) em medicamentos distribuídos gratuitamente para a população, o que não inclui remédios aplicados em pacientes de hospitais e postos de saúde. O maior peso dos gastos públicos, de R$ 102,2 bilhões em 2009 (82,7%), foi aplicado em saúde pública (serviços de atenção à saúde, vacinação, postos de saúde, vigilância sanitária). Despesas com hospitais públicos e com pagamentos do Sistema Único de Saúde (SUS) a hospitais privados somaram R$ 14,9 bilhões (12,1%).</div>
<div id="_mcePaste">Fonte: Jornal Online O Estado de São Paulo</div>
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