Estágio não-obrigatório é pauta de reunião com coordenadores das Instituições de Ensino

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O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional reuniu-se com os coordenadores dos cursos e agentes de integração no dia 27 de novembro para retomar o assunto dos estágios não-obrigatórios para os estudantes de fisioterapia e terapia ocupacional.

De acordo com o presidente do Crefito5, Fernando Prati, o objetivo do encontro é proporcionar para os estudantes um maior aproveitamento do aprendizado que é passado durante o período do estágio.

Durante a reunião, a Comissão de Educação do Crefito5 respondeu as principais dúvidas que ficaram pendentes do último encontro, realizado em 2014, e apresentaram como será o sistema de crachás para os estagiários.

Segundo a Comissão de Educação, composta pelos profissionais Mônica Thomé, Vera Striebel, Ângela Ghislene, Luiz Fernando Alvarenga, os estágios são experiências muito importantes na formação dos estudantes. No entanto, é preciso que esse estágio seja supervisionado para proporcionar ao aluno uma experiência mais proveitosa e completa.

Para a coordenadora do Departamento de Fiscalização, Simone Campani, é preciso construir desde o início o “ser profissional”, conscientizando esse estudante de suas futuras obrigações e responsabilidades profissionais.

O Conselho apresentou para os coordenadores uma sugestão de check list para elaboração dos termos de compromisso de estágio, a fim de auxiliar na regularização dos mesmos. Também foi apresentado o crachá que deverá ser utilizado pelo estagiário durante o período em que estiver no local de atendimento.

Para os assessores jurídicos do Crefito5, Leomar Lavratti e Augusto Luvison, a não identificação dos estagiários pode ser avaliada como exercício ilegal da profissão, já que pode colocar em risco a saúde do paciente que está sendo atendido pelo estudante e não por um profissional habilitado.

A exigência do crachá está prevista para entrar em vigor em março de 2016. O Crefito5 fará uma campanha de conscientização para alertar a população, estudantes, instituições de ensino, coordenadores de curso, agentes de integração, clínicas e consultórios dos riscos que se corre ao permitir que um estudante ainda não formado e habilitado, atenda pacientes.