Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais são homenageados na Câmara Municipal de Porto Alegre

Homenagem Câmara POA

No dia 24 de novembro, a Câmara Municipal de Porto Alegre prestou uma homenagem aos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais pelo dia 13 de outubro. Estavam presentes o presidente do Crefito5, Fernando Prati, a presidente da Associação Nacional dos Terapeutas Ocupacionais, Clori Pinheiro, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, autoridades e sociedade em geral.

O presidente da Câmara, vereador Professor Garcia, fez um discurso, abrindo as homenagens, lembrando a importância das duas profissões e frisando seu comprometimento com as categorias na busca por melhores condições para atender a sociedade. Citando um exemplo pessoal, em virtude de uma lesão recente, Professor Garcia relatou a dificuldade de encontrar fisioterapeutas que atendessem pelo seu plano de saúde em virtude dos valores praticados. Relatou a necessidade de valorizar mais estes profissionais e parabenizou o Conselho pelo trabalho que tem sido desenvolvido.

O Crefito5 também foi homenageado por outros vereadores, como o vereador e também médico, doutor Tiago, que fez questão de parabenizar os profissionais e lembrou a importância da presença desses em equipes multidisciplinares de saúde básica. A vereadora Jussara Comim, cumprimentou os fisioterapeutas e os terapeutas ocupacionais pela data e reforçou a fala de doutor Tiago sobre as equipes com profissionais de todas as áreas da saúde, para um atendimento completo. Também lembrou a necessidade de um aprofundamento na questão da regulamentação e a luta contra o ato médico.

O presidente do Crefito5, Fernando Prati, agradeceu a homenagem prestada pela Câmara, falou sobre o histórico das profissões e, reiterando a fala do Professor Garcia, afirmou que hoje existe uma exigência de mais resultados, porém os investimentos que os profissionais precisariam fazer para atender com qualidade, não condiz com os valores pagos pelos planos de saúde. Ele também fez um alerta importante: “O Brasil está se tornando um país de idosos e as doenças que a maior parte dessa população tem é em virtude das funções exercidas ao longo do tempo, o que gera um alto custo para o Estado. É preciso fazer investimentos maiores em programas de reabilitação para atender essas demandas crescentes”, afirmou.