Mensagem do Presidente – Agosto/2014

Fernando Prati

Colegas fisioterapeutas e colegas terapeutas ocupacionais.

Assumimos com orgulho a missão de conduzir o Crefito5 ao longo do próximo quadriênio. Esta missão será de APROXIMAR a sociedade, o Crefito , fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais orquestrados  a um projeto de valorização, de reconhecimento, de posicionamento e respeito aos direitos humanos, à Constituição e tudo aquilo que for necessário para assegurar a vida em oposição a todas as forças que insistem em resumi-la.

Vivemos momentos onde a saúde requer uma atenção maior por parte de quem é de responsabilidade, compete também à nossa gestão exigir dos órgãos governamentais a devida atenção à população pois são direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados e a inclusão; assim diz a Constituição Brasileira. Não estamos isentos desta responsabilidade.

Portanto, ao assumirmos esta missão não permitiremos ofensas corporativas, violação dos direitos do nosso trabalho e, muito menos, tentativas obscuras de imposição de domínio as quais recentemente foram cerceadas pela sociedade como resposta à soberba de grupos de interesse divergente do que eticamente reconhecemos como profissionais da saúde, cada qual cumprindo seu papel e em convívio harmônico, linear, desprovido de hierarquia, que conduzem, criticam e avançam no cenário da saúde como guardiães da democracia e da melhor qualidade assistencial. Poderíamos elencar outros elementos, mas é hora de ousarmos e mudar a nossa história como dizia o saudoso e querido amigo, Dr. Ruy Gallart de Menezes, uma das tantas mentes brilhantes que durante muitos anos protagonizou avanços para a Fisioterapia e para a Terapia Ocupacional.

Viemos ousar, transformar, construir, aproximar o Crefito5 de todos os fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, da população que clama por uma assistência digna em todos os setores, seja o público, seja o privado. Há de se ter uma via de comunicação direta e isenta de interesses que não os coletivos unindo o norte ao sul, o leste ao oeste, interior e capital através de um projeto de gestão que qualifique cada vez mais a assistência de saúde. Estaremos juntos dos bons projetos que contemplem estas necessidades e pedimos que todos participem ativamente na construção de uma nova história da fisioterapia e da terapia ocupacional no Rio grande do Sul.