Reunião Nacional de Fiscalização do Sistema COFFITO/Crefitos destaca importância do planejamento estratégico

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Nos dias 14 e 15 de maio, o Crefito5 participou em Brasília, da Reunião Nacional de Fiscalização do Sistema COFFITO/CREFITOs. O Conselho foi representado pela Coordenadora do Departamento de Fiscalização, Simone Campani e pela Fiscal Coordenadora, Silvana Halmenschlager.

Alguns dos destaques da reunião foram a palestra sobre a importância do planejamento estratégico; o diagnóstico da fiscalização do Sistema, com base em material elaborado no último encontro; a construção das diretrizes de fiscalização; e a ESAF.

Visando ampliar perspectivas e percepções, a palestra Planejamento Estratégico de Fiscalização serviu como instrumento para trazer à discussão as expectativas dos participantes e a realização de contrapontos com base em experiências profissionais, realidade atual, objetivos e metas. A relação entre a atual conjuntura do país e o dia a dia da fiscalização também foram avaliados e comparados.

À tarde, o grupo pôde avaliar a compilação do material produzido no último encontro, quando o diretor-secretário do COFFITO, Dr. Cássio Fernando Oliveira da Silva, apresentou, com base em respostas fornecidas pelos regionais, diagnóstico da fiscalização do Sistema, permitindo, assim, a possibilidade de estudo de melhorias, e avaliação dos pontos positivos e negativos, levando os participantes ao último item do primeiro dia, ou seja, a Construção das Diretrizes de Fiscalização do Sistema.

ESAF

No dia 15, o procurador-chefe do COFFITO, Dr. Hebert Chimicatti, apresentou o modelo da Escola Superior de Aperfeiçoamento da Fiscalização (ESAF). Segundo ele, a intenção do Conselho Federal é apresentar àqueles que irão usufruir da ferramenta o material proposto, ainda em caráter consultivo e, portanto, sujeito a alterações. “Nada é mais importante do que construir essa escola com os atores principais dela”, enfatizou.

O projeto prevê como pilares a Função Social da Atividade Fiscalizatória, com alcance da população aos resultados dessa fiscalização; a Função Pública, em que se busca a promoção da dignidade da pessoa humana; a Função Sociológica, visando à prevenção; e a Função Administrativa, ou seja, a supervisão, a construção e a atualização permanente das Diretrizes Nacionais Fiscalizatórias para o aprimoramento didático.

Foram apresentados também eixos fundamentais, dentre eles: Ética Situacional – Mercado x Regulação do COFFITO; e Especialidade – visão fiscalizatória das diversas especialidades. Por fim, foi abordada a sugestão de público-alvo da ESAF, que pretende atingir conselheiros e suplentes de conselheiros; agentes fiscais; secretários municipais de saúde; secretários estaduais de saúde, além de parlamentares fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais; professores de deontologia; coordenadores de cursos; e associações e entidades de especialidades profissionais.